segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
On 08:17 by Prisma No comments
Descoberta da Petrobras torna região ainda mais
vulnerável à cobiça internacional.
A Petrobras anunciou mais uma descoberta de
petróleo e gás fora do eixo Rio de Janeiro-Espírito Santo. Dessa vez, a
petrolífera confirmou a existência de reservas na Amazônia, região cobiçada
internacionalmente não só pelas riquezas ambientais como minerais. O comunicado
da estatal traz de volta a polêmica da internacionalização da região que cada
vez mais atrai os olhos do mundo inteiro. Com ela, as preocupações com
segurança e soberania.
Segundo o engenheiro Fernando Siqueira, presidente
da Associação dos Engenheiros da Petrobras (Aepet), a qualidade do óleo
encontrado é excelente. "Outro fato bastante interessante é que a reserva
fica a 30 Km de Urucu, outra unidade de produção da companhia, o que vai
facilitar muito a produção em termos de logística", comemorou. Mas
ele acrescenta que a descoberta reacende preocupação com a cobiça
internacional.
Petróleo torna ainda mais cobiçada a região da
Amazônia, rica em biomassa, que vai substituir o óleo no futuro
"A grande cobiça em relação à Amazônia está
assentada sobre três coisas: biodiversidade, jazidas de minérios estratégicos e
biomassa", avalia. A Amazônia é o local que mais tem terra, água e sol,
componentes para gerar biomassa que substituirá o petróleo no futuro. O
especialista explica que o mundo tem interesse na substituição do petróleo por
outros combustíveis renováveis.
"Como o petróleo está acabando, porque nós
estamos no limiar da produção, há potências sem reservas petrolíferas, em
situação de insegurança energética dramática. O pré-sal não resolve o problema
delas, porque representa até 9% das reservas mundiais. Eles querem ainda o
substituto: a biomassa", alerta. De acordo com ele, a cobiça tende a
crescer a partir do anúncio desta descoberta.
Outro interesse na internacionalização da Amazônia
vem das reservas de nióbio. A região é a maior fonte do planeta deste minério
que é um importante componente da indústria espacial. "Coincidentemente,
as reservas de nióbio ficam exatamente debaixo das reservas indígenas, que
organizações não governamentais querem transformar em nações independentes.
Independentes entre aspas. Tanto como as colônias e, certamente, submetidas ao
domínio internacional" avalia o presidente da Aepet.
Tome Nota
3.485m: Dimensão do poço Igarapé, como indicam os
primeiros resultados do teste de longa duração longa duração, de acordo com
dados preliminares
2.500: Quantidade de barris de óleo por dia que
poderão ser retirados na produção comercial do poço Para a região e localização
estratégia é bom resultado
46º: Grau registrado na nova reserva, que é
considerada uma das mais elevadas do País, superando a do pré-sal Para
ser considerado leve, o óleo deve ultrapassar 31.1°
Qualidade acima do pré-sal
A Petrobras anunciou que os primeiros dados do
Teste de Longa Duração iniciado em setembro no poço Igarapé Chibata confirmam a
descoberta de nova acumulação de óleo leve (46° API) e gás natural no Município
de Tefé (AM), a 630 km de Manaus e a 32 km da Província Petrolífera de Urucu. A
Petrobras detém 100% de participação dos direitos de exploração e produção do
poço, que fica na Bacia do Rio Solimões.
Para se ter idéia da qualidade do petróleo
encontrado no Amazonas, o Grau API é uma escala hidrométrica do American
Petroleum Institute (API). Pela metodologia utilizada para medir a
densidade, o petróleo leve é o de maior qualidade. Para ser considerado leve,
essa padronização determina que o grau seja superior a 31,1.
A elevada pontuação na escala utilizada
internacionalmente demonstra que o óleo de Igarapé Chibata é superior ao de
Tupi, no pré-sal, que tem 28º API, e ao dos golfos Pérsico e do México, além do
Mar do Norte, que registram entre 38 ° e 40 °. O poço tem capacidade de
produzir 2.500 barris de óleo diários, o que é considerado excelente nesse tipo
de bacia no Brasil — país que hoje concentra sua produção em alto mar.
FONTE: O Dia
(RJ)
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
On 10:43 by Prisma 2 comments
Por:
Jan Penalva
Em 2008, com os
primeiros indícios de petróleo na Bahia, começou-se a especular qual seria o real
impacto desta descoberta para a economia baiana. Contudo, o primeiro poço
perfurado pela Petrobras na Bacia do Jequitinhonha, no litoral sul baiano, não
teve os resultados esperados pela estatal no pós-sal. Além disso, problemas
mecânicos na sonda impossibilitaram que a exploração continuasse até o pré-sal.
“Aqui na Bahia
estamos perfurando na Bacia do Jequitinhonha. Estamos a 2.700 metros, mas o
nosso objetivo é de 4.400. Não é ainda após a camada de sal. A decisão se vamos
ou não seguir aprofundando o poço dependerá dos resultados da perfuração”,
afirma o presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli. Segundo ele, um dos efeitos
imediatos do pré-sal para a economia baiana virá, como em outros estados, em
uma cadeia produtiva de suprimentos para a exploração petrolífera. No caso da
Bahia, especificamente, o presidente da estatal aposta em uma retomada da
indústria naval: “Haverá uma demanda muito grande para os estaleiros”,
completa.
Já para o professor
da Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia (UFBA) Francisco
Teixeira, embora exista a possibilidade de confirmação da presença de petróleo
em águas profundas do litoral baiano, o futuro da economia do estado ainda é
difícil de ser previsto nesta situação. “A Petrobras está envolvida em um monumental
programa de investimentos para produzir no pré-sal. Por isso, acredito que as
potenciais reservas nordestinas deverão esperar até haver disponibilidade de
recursos para mais investimentos”, explica Teixeira.
O professor recorda
que é preciso tomar cuidado com a possível euforia do petróleo na região do sul
do estado, como a que aconteceu no auge da lavoura do cacau, no início do
século passado. “A dinamização da economia local depende de investimentos em
infraestrutura, logística e na cadeia de suprimentos de bens e serviços para a
indústria de petróleo”, lembra.
Nos próximos quatro
anos a Petrobras vai perfurar pelo menos 21 poços no mar da Bahia em busca de
novas reservas de petróleo e gás. Em alguns deles, a busca será na camada do
pré-sal, a alguns milhares de metros de profundidade. Para tentar concretizar o
que hoje se traduz apenas em esperança, a estatal vai investir R$ 3,2 bilhões
no estado somente em 2010, e apenas na área de exploração e produção.
A matéria foi extraída da edição
online da Revista do Fornecedor.
On 10:41 by Prisma No comments
Na sexta-feira, 26 de Novembro de 2010,
ocorreram as eleições para o Conselho Administrativo, os cargos da Diretoria
Executiva e o cargo de Gerência de Qualidade da Prisma Jr. Consultoria. Depois
de semanas de preparação das propostas, os candidatos puderam enfim
apresentá-las à toda a empresa, esclarecendo todos os pontos levantados em suas
candidaturas.
Da esquerda para a direita:
·
Geraldo
Dionisio: Diretor de Marketing
·
Vinícius
Léda: Diretor Presidente
·
Mirella
Botelho: Gerente de Qualidade
·
Safira
Barros: Diretora de ADM-FIN
·
Silvar
Ribeiro: Diretor de Desenvolvimento Pessoal
·
Leandro
Lopes: Diretor de Projetos
Parabéns a todos os
eleitos, e que 2011 seja mais um ano de sucesso para a Prisma Jr. Consultoria.
Na foto abaixo, a equipe que irá trabalhar no próximo ano para que isto ocorra, e os dois membros que já fizeram bastante pela Prisma e agora estão tornando-se ex-membros: Daniel Diniz e Francisco Matos. A eles e a Juliana Freitas, o nosso agradecimento por anos de dedicação.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
On 17:45 by Prisma 2 comments
Por: Tn Petróleo
De acordo com o projeto que está sendo desenvolvido pelos pesquisadores e professores Christiane Saraiva Ogrodowski e Fabrício Santana, da Universidade Federal do Rio Grande (FURG), energia limpa pode ser “produzida” a partir da lama retirada dos canais de acesso ao porto Rio-Grandino. O trabalho é vinculado ao Laboratório de Controle de Poluição da Escola de Química e Alimentos (EQA) e conta com o apoio da Superintendência do Porto do Rio Grande e do Governo do Estado do Rio Grande do Sul.
O processo inicia com a captação do material dragado nos canais de acesso ao porto. Posteriormente ele é descarregado em um píer adaptado e armazenado. Com o auxílio de um hidrociclone é separado o material inerte, sendo aproveitado o material orgânico (doador de elétrons), que recebe eletrodos que captam os elétrons, produzindo eletricidade. A idéia pioneira, em usar o material de dragagem para gerar energia elétrica, deve-se ao sedimento marinho conter grandes quantidades de ferro e enxofre.
Além da produção de energia elétrica o resultado do processo produzirá um sedimento limpo (areia), que poderá ser usado na construção civil e em aterros. Hoje o sedimento da dragagem não pode ser utilizado para esse fim por conter grandes quantidades de material orgânico.
O projeto foi aprovado em primeiro lugar no Termo de Referência TR01/2010, do Projeto Estruturante Pólo Tecnológico Estadual da Secretaria da Ciência e Tecnologia do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, que financiará R$ 300 mil em recursos, com contrapartida de R$ 60 mil do Porto do Rio Grande, além do custo estimado em R$ 640 mil pela FURG com o trabalho dos pesquisadores.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
On 18:40 by Prisma No comments
Por: Agência Fapesp
“Queremos usar
energia química a partir do Sol e a química supramolecular pode ajudar nesse
sentido”, disse Henrique Toma, professor do Instituto de Química da
Universidade de São Paulo (USP), no Workshop on Molecular Mechanisms of
Photosynthesis, promovido pelo Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia
(BIOEN) no dia 25 de outubro, em São Paulo.
SÃO PAULO - Um pó que
ao ser derramado sobre água é capaz de decompor um líquido sob a ação da luz e
liberar energia.
O exemplo de geração
de energia é um dos objetivos da química supramolecular, área que investiga as
interações entre as moléculas.
Segundo Toma, a
química supramolecular permite a síntese de átomos e moléculas que formam
estruturas maiores. Essas, por sua vez, ao serem combinadas dão origem a peças,
mas tudo ainda na escala nanométrica, da bilionésima parte do metro.
Nanotubos, nanoporos
e nanofilmes são algumas das possibilidades. Um exemplo de aplicação são as
células fotovoltaicas de terceira geração, chamadas dye solar cells, que são
finas, flexíveis e transparentes, aumentando a versatilidade de aplicações
desse tipo de receptor de energia.
A química
supramolecular ainda pode ajudar a aperfeiçoar os sistemas existentes. “Podemos
criar estruturas que aumentem a condutividade e reduzam a corrosão, por
exemplo”, disse Toma. Outro ponto a ser desenvolvido é a ampliação do espectro
de luz solar absorvido para a produção de energia, “A maior parte dos
comprimentos de onda está em uma faixa que ainda não é utilizada”, disse.
O modo como as
alterações climáticas mundiais afetam as plantações voltadas à produção de
bioenergia esteve entre os tópicos da conferência de Marcos Buckeridge,
professor do Instituto de Biociências da USP, que apresentou trabalhos
desenvolvidos por grupos de pesquisa ligados ao BIOEN-FAPESP, programa do qual
é um dos coordenadores.
“Experimentos
indicaram que o aumento na temperatura e na concentração de dióxido de carbono
na atmosfera terrestre elevam muito o processo de fotossíntese na
cana-de-açúcar e aumentam a biomassa da planta em cerca de 60%”, disse.
Os pesquisadores
descobriram por meio da técnica de DNA microarray que essas mudanças ambientais
alteram genes associados à captura de luz. Outra descoberta foi que cerca de 70
proteínas da cana-de-açúcar, de um total de 160, são alteradas em ambientes com
maior concentração de dióxido de carbono.
Buckeridge também
apresentou um trabalho sobre o miscanto, gramínea que tem sido utilizada na
produção de energia em regiões de clima temperado no Canadá, nos Estados Unidos
e na Europa. “O miscanto tem menos sacarose do que a cana-de-açúcar, porém é
mais resistente ao frio, o que o torna interessante para a produção de
bioenergia no sul do Brasil, no Uruguai e na Argentina, por exemplo”, disse
Buckeridge. A planta resiste a temperaturas inferiores a 14º C.
Buckeridge e colegas
vão trocar informações com cientistas da Universidade de Illinois, nos Estados
Unidos, sobre a concentração de carbono nos dois países. Torres para captura de
amostras de ar serão construídas nos campi do Instituto Agronômico em Ribeirão
Preto e em Campinas.
Os dados coletados
farão parte do experimento SoyFACE http://soyface.illinois.edu/ , de
enriquecimento de concentração ao ar livre aplicado à soja, feito pela universidade
norte-americana com o objetivo de analisar os efeitos das mudanças climáticas
sobre as plantações.
“As torres permitirão
comparar esses efeitos sobre as espécies de miscanto nos dois hemiférios”,
disse Buckeridge.
O movimento das
moléculas
Munir Skaf, professor
do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas, apresentou uma
técnica de simulação dinâmica biomolecular que tem se mostrado importante para
novas descobertas em química e em biologia.
“As simulações
dinâmicas moleculares são uma poderosa ferramenta para estudar os movimentos
atômicos. Entender a interação atômica das moléculas é a chave para desvendar a
dinâmica das proteínas e, com isso, compreender como a estrutura proteica se
relaciona com as funções biológicas”, disse.
Skaf explicou o
funcionamento das simulações e de que modo elas têm sido úteis para entender,
por exemplo, como os hormônios se ligam aos receptores nucleares e como se
desligam deles. Esses receptores são proteínas no interior da célula que
reconhecem os hormônios.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
On 15:46 by Prisma 1 comment
Por: INFO Online
Vitopaper utiliza a tecnologia BOPP - filmes flexíveis que são aplicados em rótulos, embalagens de biscoitos, salgadinhos, pet food, na indústria gráfica, entre outros - porém, contendo diferentes tipos de plásticos em sua composição. E é aí que está a inovação, pois não há no mundo outra tecnologia desenvolvida para usar vários tipos de plásticos reciclados, como PP e PE.
Criado pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e pela empresa Vitopel, o Vitopaper usa plástico reciclado em 85% da sua composição. A matéria-prima são embalagens, saquinhos, copos e pratos descartáveis, muito comuns no lixo urbano. O resultado é um papel quase igual ao de celulose, com maior durabilidade, que usa 20% menos tinta e custa até 40% mais, por causa da produção em baixa escala. A tecnologia já foi usada para imprimir 40 000 livros de informática para a Fundação Paula Souza, em São Paulo.
O projeto levou cerca de três anos para ser desenvolvido e é fruto dos esforços da Vitopel e do Departamento de Engenharia de Materiais da Universidade Federal de São Carlos (DEMa – UFSCar).
Que o plástico está cada vez mais presente em nosso dia-a-dia não é nenhuma novidade, basta olhar ao redor para perceber a infinidade de produtos que utilizam o plástico em nosso benefício. Mas uma novidade que todo mundo vai gostar de saber é que os plásticos descartados agora têm um destino mais nobre que os aterros e lixões: livros, cadernos, rótulos e etiquetas, cartazes, silk screen e impressões digitais, etc.
Vitopaper é o papel sintético feito a partir de resíduos plásticos coletados para reciclagem. Um produto que irá satisfazer não só a indústria gráfica como a todos que se preocupam com a responsabilidade social e o meio ambiente.
http://www.vitopel.com/vitopel/Vitopaper/tabid/339/Default.aspx
On 15:12 by Prisma No comments
Paula Rothman, de INFO Online
SÃO PAULO - Empresa de design cria nova maneira de captar energia eólica: hastes que balançam ao vento e produzem a mesma quantidade de eletricidade das tradicionais turbinas.
A grande vantagem das Windstalks, no entanto, é que elas são silenciosas e ocupam menos espaço.
Além disso, por não possuírem pás, elas não oferecem risco a pássaros ou outros animais que possam voar.O projeto constitui de 1203 “hastes” de fibra de carbono, reforçadas com resina; elas possuem 0,3 metros de largura, 54 metros de altura e estão fixadas em bases de concreto com diâmetros entre 10 e 20 metros.
O projeto é de uma empresa de Nova York chamada Atelier DNA e foi feito para a cidade planejada de Masdar, uma região construída próxima a Abu Dhabi. As Windstaçks ficaram em segundo lugar no concurso Land Art Generator, uma competição patrocinada por Madsar para identificar a melhor obra de arte que gerasse energia renovável.
Cada haste contém camadas de eletrodos e discos de cerâmica alternados, feitos de materiais piezelétricos (que geram correntes quando colocados sob pressão). No caso das hastes, os discos irão ser comprimidos quando elas forem balançadas ao vento.
A espessura da haste no topo é de apenas 2,5 cm e, lá em cima, fica presa uma lâmpada de LED que fica acesa quando venta. Há ainda um sistema de armazenamento de energia, uma bateria, para os momentos em que o vento for pouco.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
On 12:16 by Prisma No comments
A rota do sucesso aponta para a Bahia em 2010!
Para 2010 a Multi Feiras & Congressos realizará a Brasil Petróleo e Gás, em Salvador, trazendo as novidades tecnológicas do setor no Brasil e no mundo.
Será realizada de 09 a 12 de Novembro no Centro de Convenções da Bahia, dando segmento ao sucesso ocorrido em 2008, onde houve a fusão da Feippetro, passando para Brasil, Petróleo e Gás. – Feira Multi-setorial de Fornecedores de Petróleo, Gás, Biodiesel, Mineração, Siderurgia, Plástico, Usinagem e Serviços Portuários com logística de fornecimento.
A feira já conta com seu quadro fixo de Seminários, destacando-se com o Encontro de Compradores que já se tornou marca registrada durante a feira, palestras técnicas de manutenção e aplicações no segmento referente à indústria.
Ficha Técnica:
Número de stands: 300
Visitantes: 10.000
Período: de 09 a 12 de Novembro de 2010
Local do Evento: Centro de Convenções da Bahia
Público visitante: Potenciais compradores, potenciais engenheiros, potenciais técnicos, empresários, profissionais liberais, consultores, entidades de classes empresariais, entidades do terceiro setor, entidades governamentais, entre outras.
OBS: Trata-se de uma feira com entrada franca obviamente com campanhas voltadas para este público com o propósito para geração de negócios. Cabe a cada empresa avaliar os atendimentos visitados e deles tirar proveitos comerciais que é o seu foco.
Para mais informações visite:
On 12:00 by Prisma 1 comment
Por: Paula Rothman, de INFO Online
A parceria permitirá o desenvolvimento de ações em conjunto para a coleta dos chamados Óleos e Gorduras Residuais (OGR), especialmente o óleo de fritura de restaurantes, hotéis, padarias, lanchonetes, bares e residências de Fortaleza e região metropolitana.
SÃO PAULO - A Petrobras Biocombustível anunciou no dia 24 de setembro uma parceria para produzir biodiesel a partir de óleo de cozinha.
O acordo com a Rede de Catadores de Resíduos Sólidos Recicláveis do Estado do Ceará foi assinado no dia referido pela manhã em Fortaleza.
Segundo um levantamento feito pelo Grupo de Estudo e Pesquisa em Infraestrutura de Transporte e Logística de Energia, da Universidade Federal do Ceará, 52 milhões de litros de óleo de cozinha são despejados nos esgotos todo ano.
Inicialmente, serão sete associações e 250 pessoas envolvidas na implantação de um módulo de beneficiamento com capacidade para filtrar 30 mil litros/mês do óleo de fritura coletado. Também será dada a garantia de compra deste óleo, com acompanhamento para gerir a entidade e treinamento para a coleta do OGR.
A parceria também prevê a elaboração de material de divulgação, apoio e assessoria jurídica e inclui outras entidades, como Sebrae, Semam (Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Fortaleza), Coelce (Companhia de Energia Elétrica do Ceará), Cagece (Companhia de Água e Esgoto do Ceará) e Universidade Federal do Ceará.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
On 23:29 by Prisma No comments
Recentemente, o site da Associação Brasileira de Engenharia Química (ABEQ), divulgou uma matéria a respeito de argilas organofílicas que podem ser utilizadas como preenchimento na fabricação de plástico. É um material de leitura bastante interessante. Segue abaixo o artigo:
Nanotecnologia nos plásticos
Um grupo de cientistas validou teórica e experimentalmente a primeira argila organofílica para uso como preenchimento na fabricação de plásticos. O material, de baixo custo e que pode ser produzido em larga escala, é feito de argila natural, o que o torna mais seguro e mais ambientalmente correto do que os compostos químicos hoje utilizados na fabricação de compósitos plásticos de alto desempenho.
Miriam Rafailovich e seus colegas da Universidade Stony Brook, nos Estados Unidos, explicam que as argilas organofílicas tratadas com amina quaternária foram as nanopartículas pioneiras na área, que marcaram a introdução da nanotecnologia na fabricação de plásticos.
Mesmo pequenas quantidades dessas substâncias tornam os plásticos resistentes ao fogo, mais fortes e mais resistente a danos causados pela luz ultravioleta e por substâncias químicas.
Elas também permitiram que os plásticos fossem misturados, criando materiais híbridos até então desconhecidos, a partir de plásticos comuns.
Mas lidar com essas nanopartículas está longe de ser algo simples ou limpo. As nanopartículas organofílicas de aminas quaternárias são difíceis de produzir por causa dos riscos sanitários e ambientais associados com as aminas quaternárias. E elas só podem ser produzidas em pequenos lotes.
Estes e outros inconvenientes, incluindo o custo muito alto, restringiu o uso desses materiais e limitou a maioria das maravilhas tecnológicas que elas geram a meras curiosidades científicas.
Argilas organofílicas - A nova argila organofílica nanoestruturada agora testada dispensa as problemáticas aminas, substituindo-as por um composto antichama chamado fosfato de difenila resorcinol.
Esses organofílicos são baratos, geram menos poeira, podem ser produzidos em larga escala e são termoestáveis até temperaturas muito mais altas (acima dos 600 graus).
A argila também se mostrou superior nas aplicações dos plásticos antichama. E, ao contrário da maioria das argilas organofílicas à base de aminas quaternárias, a nova nanoargila funciona bem com os estirenos, um dos tipos de plástico mais usados em todo o mundo.
O novo material já foi patenteado, e a expectativa é que ele possa resultar em uma nova geração de nanocompósitos plásticos a curto prazo.
Bibliografia:
The Role of Surface Interactions in the Synergizing Polymer /Clay Flame Retardant Properties
Seongchan Pack, Takashi Kashiwagi, Changhong Cao, Chad S. Korach, Menachem Lewin, Miriam H. Rafailovich
Macromolecules
Vol.: 2010, 43 (12), pp 5338-5351
DOI: 10.1021/ma100669g
(Site Inovação Tecnológica)
Nanotecnologia nos plásticos
Um grupo de cientistas validou teórica e experimentalmente a primeira argila organofílica para uso como preenchimento na fabricação de plásticos. O material, de baixo custo e que pode ser produzido em larga escala, é feito de argila natural, o que o torna mais seguro e mais ambientalmente correto do que os compostos químicos hoje utilizados na fabricação de compósitos plásticos de alto desempenho.
Miriam Rafailovich e seus colegas da Universidade Stony Brook, nos Estados Unidos, explicam que as argilas organofílicas tratadas com amina quaternária foram as nanopartículas pioneiras na área, que marcaram a introdução da nanotecnologia na fabricação de plásticos.
Mesmo pequenas quantidades dessas substâncias tornam os plásticos resistentes ao fogo, mais fortes e mais resistente a danos causados pela luz ultravioleta e por substâncias químicas.
Elas também permitiram que os plásticos fossem misturados, criando materiais híbridos até então desconhecidos, a partir de plásticos comuns.
Mas lidar com essas nanopartículas está longe de ser algo simples ou limpo. As nanopartículas organofílicas de aminas quaternárias são difíceis de produzir por causa dos riscos sanitários e ambientais associados com as aminas quaternárias. E elas só podem ser produzidas em pequenos lotes.
Estes e outros inconvenientes, incluindo o custo muito alto, restringiu o uso desses materiais e limitou a maioria das maravilhas tecnológicas que elas geram a meras curiosidades científicas.
Argilas organofílicas - A nova argila organofílica nanoestruturada agora testada dispensa as problemáticas aminas, substituindo-as por um composto antichama chamado fosfato de difenila resorcinol.
Esses organofílicos são baratos, geram menos poeira, podem ser produzidos em larga escala e são termoestáveis até temperaturas muito mais altas (acima dos 600 graus).
A argila também se mostrou superior nas aplicações dos plásticos antichama. E, ao contrário da maioria das argilas organofílicas à base de aminas quaternárias, a nova nanoargila funciona bem com os estirenos, um dos tipos de plástico mais usados em todo o mundo.
O novo material já foi patenteado, e a expectativa é que ele possa resultar em uma nova geração de nanocompósitos plásticos a curto prazo.
Bibliografia:
The Role of Surface Interactions in the Synergizing Polymer /Clay Flame Retardant Properties
Seongchan Pack, Takashi Kashiwagi, Changhong Cao, Chad S. Korach, Menachem Lewin, Miriam H. Rafailovich
Macromolecules
Vol.: 2010, 43 (12), pp 5338-5351
DOI: 10.1021/ma100669g
(Site Inovação Tecnológica)
domingo, 15 de agosto de 2010
On 15:18 by Prisma No comments
Caros estudantes, confiram uma entrevista com o engenheiro químico Emerson Sales que faz parte do movimento UFBA ECOLÓGICA que visa conscientizar as pessoas e por em prática ações ecológicas dentro da universidade. Vale a pena conferir!
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
On 08:42 by Prisma 1 comment
Recentemente o site da Associação brasileira de engenharia química (ABEQ) divulgou uma interessante matéria a respeito dos simuladores de processos químicos. Ela é bastante interessante. Segue abaixo o material para a leitura.
Simuladores de processos químicos: revelando a tecnologia nacional
Edson Cordeiro do Valle, MSc. VRTech Tecnologias Industriais, edsoncv@vrtech.com.br
Já se passaram algumas décadas desde que importantes projetos de simuladores de processos químicos, como AspenPlus, gPROMS e outros, deixaram suas universidades e se transformaram em produtos comerciais para atender a demanda da indústria mundial. Ninguém questiona os benefícios que os simuladores de processos trazem às empresas, desde a confiabilidade no projeto de equipamentos, passando pela segurança e otimização de condições operacionais, minimização de impactos ambientais entre outros.
Atualmente, podemos ver um movimento na direção do desenvolvimento nacional dessas ferramentas de simulação, aproveitando o potencial dos engenheiros brasileiros - que são entre os mais bem capacitados tecnicamente a nível mundial - e das universidades e centros de pesquisa brasileiros.
Entre os projetos acadêmicos que merecem destaque, encontra-se o projeto ALSOC, com o simulador EMSO, iniciado na UFRGS em 2005 e que conta com mais 2 universidades colaboradoras. Encontram-se também entre as ferramentas em destaque o DWSIM, que possui código livre aberto à comunidade de desenvolvedores interessados em promover as funcionalidades do mesmo.
Não só o meio acadêmico vem investindo em simuladores, empresas como a Petrobrás investem em suas próprias alternativas, como o simulador Petrox, desenvolvido pelo Centro de Pesquisa da Petrobrás. A empresa gaucha VRTech desenvolve, com tecnologia própria, uma ferramenta comercial para simulação de processos químicos, o ISE ( Integrated Simulation Environment ), visando uma fatia do mercado nacional de simuladores, com diferenciais inovadores.
Para a comunidade de engenheiros químicos que estão envolvidos com processo, nada melhor que alternativas nacionais, com custo diferenciado, para o desenvolvimento de tarefas envolvendo simulação, principalmente agora, onde o setor petroquímico nacional encontra-se em expansão, prevendo elevados investimentos na construção de poços e complexos petroquímicos.
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