sexta-feira, 13 de setembro de 2013
On 20:24 by Prisma No comments
Muito se fala sobre Otimizar, deixar algo mais rentável, melhorar um processo, aumentar a produção. Mas afinal, como isso é feito? Por que se otimizar um processo? Vale o investimento inicial? Com quem fazer?
É isso que vamos discorrer nesta postagem.
Como é o processo de Otimização?
O processo ocorre através da observação, otimização, simulação e teste.
A observação é dada através da visualização e estudo em cima de um processo por um engenheiro, o mesmo leva em conta todas as passagens do processo geral, bem como todos os materiais, maquinários, condições locais e disposição de equipamentos. A matéria prima também é um fator muito levado em conta. Como todo engenheiro, o mesmo deve observar os aspectos econômicos, mercadológicos e ambientais do processo, visando assim ter um processo rentável e eco-sustentável ao fim da otimização.
Durante o período de otimização, o engenheiro responsável deve propor medidas que melhorem a produção, sejam elas em qualquer ponto do processo, desde seu condicionamento até seu ambiente de processo. Essas sugestões de melhoria são pensadas de forma geral, depois de forma específica. Esse melhoramento na produção acarreta uma diminuição do custo total.
A simulação se dá quando, em computador, o processo é modelado a fim de se saber seus produtos e condições ideais de funcionamento. São testadas inúmeras formas, representadas inúmeras variáveis, através de softwares de computação. Este é o primeiro teste ao qual o novo processo passa, corrigindo-se os primeiros erros e melhorando o que ainda existir para se melhorar. Quando se chega a um patamar de segurança, quanto a erros e possíveis imprevistos, esta etapa é concluída.
O teste, de fato, ocorre no laboratório. O processo é trazido para a escala de bancada de laboratório, o qual é realizado em condições próximas às do real processo. É basicamente um complemento a simulação, exceto que este mostra o que deverá ocorrer na planta real, com todas as passagens e possíveis erros humanos. Quando se chega à margem de segurança, quanto a erros humanos e de maquinários, esta etapa é concluída.
Daí gera-se um relatório de otimização, com os dados e variáveis utilizadas, no qual deverão constar todos os resultados observados, bem como as otimizações propostas.
Por que otimizar um processo?
Otimizar um processo significa gastar menos em uma produção, significa aumentar os lucros. Com isso, o motivo principal para se otimizar um processo é ter um custo processual menor. Simples assim. Gastando menos na produção, um lucro maior é obtido.
Vale o investimento inicial?
Depende. Não adianta querer gastar todo mês uma parcela de seu lucro com consultorias em otimização, porém passar um ano inteiro sem buscar uma otimização também pode representar uma perda considerável de lucro final. Assim, o ideal é que busque um profissional da área para que o mesmo indique um período de tempo ideal para que otimizações sejam feitas, buscando um equilíbrio entre o investimento feito na mesma e o retorno causado seja o objetivado inicialmente. Mas, em linhas gerais, vale sim o investimento. Afinal, é investir para ter retorno.

Com quem fazer?
A Prisma Jr. Consultoria oferece o serviço de Otimização de Processos em sua Carta de Serviços, assim, caso precise de uma nova Otimização ou seja apenas sua primeira, procure-nos.
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
On 11:17 by Prisma 1 comment
Fonte: Folha de S. Paulo
Criada pelos universitários sul-coreanos Younsun Kim, Kangkyung Lee, Byungsoo Kim e Minji Kim, a invenção possui um pequeno sistema de bombeamento que dessaliniza o líquido por meio de osmose reversa. Utilizando um gradiente salino forçado, remove-se boa parte dos sais presentes na água.
Além de ser essencial para salvar a vida de náufragos, os criadores recomendam o uso da Puri em longas trilhas e em viagens longas em alto mar. Esta garrafa, em algum tempo, deverá ser um item obrigatório para viajantes.
O vídeo promocional pode ser encontrado neste link.
O vídeo promocional pode ser encontrado neste link.
domingo, 1 de setembro de 2013
On 20:13 by Prisma No comments
Ocorreu nesta Sexta-Feira, dia 30 de Agosto, a Ação Social na Creche Escola Allan Kardec!
A Ação Social teve o Centro Acadêmico de Engenharia Química da UFBA e a Optimus Jr. como parceiros, que abraçaram a causa e ajudaram a tornar o evento um grande sucesso!
Contamos ainda com o carinho da banda Conexão Kids, que deu um show de alegria para toda a criançada, e com a Produtora Jr., que por meio de uma gincana interna, contribuiu com a ação por meio de várias doações!
A confraternização ocorreu para entrega de donativos arrecadados durante a ação e o processo seletivo 2013.1 da Prisma Jr. A todos que participaram, o nosso agradecimento especial!
As fotos abaixo ilustram um pouco do quão especial e inesquecível foi o momento:
Muito obrigado a todos os que tornaram esse momento algo inesquecível. Que esses gestos de carinho e sinceridade vistos em cada foto transbordem no dia-a-dia de cada um de nós!
A Ação Social teve o Centro Acadêmico de Engenharia Química da UFBA e a Optimus Jr. como parceiros, que abraçaram a causa e ajudaram a tornar o evento um grande sucesso!
Contamos ainda com o carinho da banda Conexão Kids, que deu um show de alegria para toda a criançada, e com a Produtora Jr., que por meio de uma gincana interna, contribuiu com a ação por meio de várias doações!
A confraternização ocorreu para entrega de donativos arrecadados durante a ação e o processo seletivo 2013.1 da Prisma Jr. A todos que participaram, o nosso agradecimento especial!
As fotos abaixo ilustram um pouco do quão especial e inesquecível foi o momento:
Muito obrigado a todos os que tornaram esse momento algo inesquecível. Que esses gestos de carinho e sinceridade vistos em cada foto transbordem no dia-a-dia de cada um de nós!
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
On 10:54 by Prisma No comments
Fonte: Folha de S. Paulo
Nas últimas semanas, muitos se empolgaram com um produto que afirmam ter potencial para superar o desafio global de se cultivar em condições áridas.
Denominado "Chuva Sólida", ele é um pó capaz de absorver enormes quantidades de água e ir liberando o líquido aos poucos, para que as plantas possam sobreviver em meio a uma seca. Um litro de água pode ser absorvido por apenas 10 gramas do material, que é um tipo de polímero absorvente originalmente criado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês).
Um engenheiro químico mexicano, chamado Sérgio Jesus Rico Velasco, então desenvolveu e patenteou uma versão diferente da fórmula, que pode ser misturada com o solo para reter a água.
| Sérgio Velasco mostra sua Chuva Sólida |
O engenheiro vem vendendo a "Chuva Sólida" no México há cerca de 10 anos. Sua empresa afirma que o governo mexicano testou o produto e concluiu que a colheita poderia ser ampliada em 300% quando ele era misturado ao solo.
Segundo Edwin González, vice-presidente da empresa Chuva Sólida, o produto agora vem atraindo um interesse cada vez maior, já que crescem os temores por falta de água.
"Ele funciona encapsulando água e pode durar 8 a 10 anos no solo, dependendo da qualidade da água. Se você usar água pura, ele dura mais."
A empresa recomenda usar cerca de 50 quilos do produto por hectare (10 mil metros quadrados), mas essa quantia custa cerca de US$ 1.500 (o equivalente a R$ 3.500).
Segundo Gonzalez, a "Chuva Sólida" é natural e não prejudica o solo, mesmo após ser usada por vários anos. Ele afirma que o produto não é tóxico e que, ao se desintegrar, o pó se torna parte das plantas.
Apesar do fato de que a ciência ainda não estar totalmente confiante nos benefícios de produtos como esse, González afirma que sua empresa recebeu milhares de pedidos vindos de locais áridos, inluindo Índia e Austrália. Ele também recebeu encomendas do Reino Unido, onde secas não chegam a ser um problema.
O conceito, em si, é excelente.
terça-feira, 20 de agosto de 2013
On 11:20 by Prisma No comments
Estudantes universitários podem participar gratuitamente do Desafio Universitário, competição que integra soluções do Sebrae para desenvolver as capacidades empreendedoras de quem está se preparando para entrar no mercado de trabalho. O torneio, lançado no dia 15 de agosto, irá se encerrar em 76 dias. A inscrição é gratuita e pode ser feita pelo site do Sebrae.
Segundo estudo realizado pelo órgão, em 2011 cerca de 700 mil jovens com graduação universitária eram donos de seu próprio negócio. Esse número é quase o dobro do registrado em 2001, quando apenas 370 mil jovens com até 34 anos e Ensino Superior estavam à frente de um negócio.
O torneio conta com jogos gratuitos na internet, cursos, disciplina que ensina conceitos de empreendedorismo dentro da Universidade e bate-papo com especialistas, que irão passar noções de marketing, fluxo de caixa, recursos humanos e liderança.
Com os jogos, é possível acumular 1 milhão de pontos – cada jogo contribui com até 100 mil pontos. Já o curso de empreendedorismo na própria universidade rende outros 100 mil. Com o Papo de Negócios, uma conferência com especialistas transmitida pela internet, o aluno pode acumular 20 mil pontos em cada evento – são feitos dois por ano, voltados para o Desafio Universitário Empreendedor.
Premiação
Os três primeiros colocados de cada unidade da federação receberão um smartphone, um kit estudante e um troféu. A final nacional será disputada presencialmente pelos primeiros colocados de cada estado, ou seja, 81 finalistas (três por estado). Os estudantes participarão de atividades em que terão que lidar com situações de convivência, administração do tempo para cumprir os prazos e tomar decisões gerenciais que definirão o sucesso da empresa.
Os prêmios para os três primeiros lugares nacionais são um tablet, uma viagem internacional de até dez dias a um centro de referência mundial em empreendedorismo e um troféu. Os vencedores conhecerão universidades, instituições de fomento e empreendimentos locais. O local da final nacional e da viagem-prêmio serão revelados durante a disputa. Na final nacional, a competição será realizada em equipe, formada pelos três finalistas de cada estado.
Segundo estudo realizado pelo órgão, em 2011 cerca de 700 mil jovens com graduação universitária eram donos de seu próprio negócio. Esse número é quase o dobro do registrado em 2001, quando apenas 370 mil jovens com até 34 anos e Ensino Superior estavam à frente de um negócio.
O torneio conta com jogos gratuitos na internet, cursos, disciplina que ensina conceitos de empreendedorismo dentro da Universidade e bate-papo com especialistas, que irão passar noções de marketing, fluxo de caixa, recursos humanos e liderança.
Com os jogos, é possível acumular 1 milhão de pontos – cada jogo contribui com até 100 mil pontos. Já o curso de empreendedorismo na própria universidade rende outros 100 mil. Com o Papo de Negócios, uma conferência com especialistas transmitida pela internet, o aluno pode acumular 20 mil pontos em cada evento – são feitos dois por ano, voltados para o Desafio Universitário Empreendedor.
Premiação
Os três primeiros colocados de cada unidade da federação receberão um smartphone, um kit estudante e um troféu. A final nacional será disputada presencialmente pelos primeiros colocados de cada estado, ou seja, 81 finalistas (três por estado). Os estudantes participarão de atividades em que terão que lidar com situações de convivência, administração do tempo para cumprir os prazos e tomar decisões gerenciais que definirão o sucesso da empresa.
Os prêmios para os três primeiros lugares nacionais são um tablet, uma viagem internacional de até dez dias a um centro de referência mundial em empreendedorismo e um troféu. Os vencedores conhecerão universidades, instituições de fomento e empreendimentos locais. O local da final nacional e da viagem-prêmio serão revelados durante a disputa. Na final nacional, a competição será realizada em equipe, formada pelos três finalistas de cada estado.
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
On 09:20 by Prisma No comments
Fonte: Exame
O químico Fernando Cotting, da USP, criou um revestimento inteligente feito com microcápsulas capazes de inibir a corrosão de metais quando colocadas em tintas. Sua pesquisa chamou tanta atenção que ganhou o Prêmio Petrobrás de Tecnologia.
O composto dessas microcápsulas de poliestireno tem cério (elemento metálico) e silanol, substância derivada do silício. A união desses componentes permite que o revestimento das estruturas metálicas adquira características de autorreparação. Uma das principais aplicações do inibidor é na proteção de dutos e tanques de armazenamento de petróleo.
As microcápsulas podem ser adicionadas à tinta durante sua fabricação ou serem misturadas antes da pintura. Quando a superfície metálica sofre algum tipo de impacto, as microcápsulas se rompem e a substância inibidora entra em ação.
“Vi a necessidade de aumentar a vida útil das tintas, que por conta de falhas durante a sua aplicação ou até mesmo por conta de algum dano mecânico, como o impacto, levava ao início do processo de corrosão sobre o metal pintado”, afirma Cotting.
Inibidores de corrosão já existem. Mas, muitas vezes, não são compatíveis com as tintas, o que prejudica seu desempenho e pode até estragar sua formulação. “A tecnologia mais usada hoje no Brasil coloca inibidores de corrosão diretamente na fórmula da tinta. O problema é que muitos desses inibidores reagem com os componentes da tinta”, afirma a professora Idalina Vieira Aoki, que orientou a pesquisa de Cotting.
O encapsulamento é o grande diferencial da técnica de Cotting. Uma vez encapsulado, o inibidor de corrosão não entra em contato direto com a tinta, podendo ser incorporado na formulação sem grandes problemas. “A cápsula protege o composto de interagir com a tinta e abre apenas quando houver o defeito, a necessidade de combater a corrosão”, diz Idalina.
A eficiência não é a única vantagem das microcápsulas. “A vantagem destes compostos é que agem em sinergia e há uma concentração menor de cério, pouco abundante na natureza. Isso pode reduzir os custos de fabricação sem afetar a eficiência do produto”, diz Cotting.
O objetivo, agora, é desenvolver uma tinta que se autorrepare. “Isso significa que não apenas diminuirá a velocidade de corrosão, como é o caso do inibidor, mas cessará por completo o processo corrosivo sobre o metal, reconstituindo a camada de tinta”, afirma Cotting.
O método de encapsulamento abre um mundo de possibilidades de uso. Pode ser útil em tinta e resina epóxi, em algumas tintas de uso industrial e até na indústria automotiva, segundo Idalina. “Muitas empresas nos procuraram com o objetivo de investir neste projeto. No momento, estamos passando o processo para a escala industrial e acreditamos que dentro de oito meses o produto já esteja disponível no mercado”, diz Cotting.
Cotting é um exemplo a ser seguido pelos demais cientistas brasileiros, criou algo completamente inovador que abre uma gama de possibilidades e com total aplicação industrial e comercial.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
On 19:34 by Prisma No comments
A Prisma Jr. Consultoria anuncia mais uma edição do curso de Excel Avançado e MatLab.
Matlab
O Curso ocorrerá nos dias 14, 16, 19, 21, 23, 26, 28, 30 de agosto e 02 e 04 de setembro, das 19 às 21h.
Onde? No Lideq 2.
Com duração de 20h, São 20 vagas.
Quanto? R$100,00 sem notebook e R$80,00 com notebook.
Excel Avançado
Ocorrerá nos dias 22, 27, 29 de agosto e 03 e 05 de setembro, das 19 às 21h.
Onde? Labgrad I e II.
São 20 vagas, e carga horária de 10h.
Quanto? R$50,00 sem notebook e R$40,00 com notebook.
As inscrições podem ser realizadas na sede da Prisma Jr. Consultoria - sala 6.01.19 da Escola Politécnica da UFBA - que permanece aberta de segunda a sexta, das 8 h às 12 h, e das 14 h às 18 h.
Dúvidas podem ser esclarecidas através do telefone (71) 3383 9889.
Vagas limitadas!
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
On 19:35 by Prisma 1 comment
Fonte: Exame
“A entrevista de emprego nunca deixará de existir. Ninguém fecha uma contratação sem a entrevista presencial porque, no fim das contas papel e rede social aceitam tudo”, diz Sergio Sabino, diretor de marketing do Page Group para a América Latina. Ou seja: currículo não é tudo.
“Já vi pessoas com currículos maravilhosos que, no momento da entrevista, se apequenam”, conta. Para não correr este risco, Sabino selecionou uma série de dicas, a que chama de mandamentos para serem seguidos durante todo o processo que envolve uma entrevista de emprego. Confira:
O ponto de partida é o site da empresa. Lá você vai encontrar missão, valores e relatórios oficiais. Procure notícias sobre desempenho passado e tente descobrir planos futuros e avaliações de analistas. Se possível, verifique se algum conhecido trabalha na empresa e converse com ele. “Geralmente esta pesquisa já é feita pelos candidatos a posições executivas que chegam mais preparados e sabendo o que a empresa faz”, diz Sabino.
2) Prepare seus documentos
Certificados, referências, portfólio, tudo deve estar contigo no momento da entrevista. Assim, caso seja solicitado você não é pego de surpresa. Muito importante também é fazer uma lista de perguntas para fazer ao entrevistador. Não se acanhe. “Inibição é o pior dos mundos”, diz Sabino.
3) Conheça a si mesmo
“Muitos candidatos escorregam quando precisam apontar defeitos e problemas”, diz Sabino. Não tente se defender, nem acobertar a realidade. “O headhunter quer saber como ele analisa e julga problemas, o que entende por uma decisão difícil, mas muita gente opta por uma resposta evasiva com receio de se comprometer”, diz ele.
4) Atente à postura
Tome muito cuidado com a linguagem corporal. Cumprimente o headhunter, sorria, mantenha a boa postura. Não se esqueça de manter contato visual. Educação é o básico a se mostrar.
5) Respeite a estrutura
Assim que chegar, terá um bate-papo introdutório. Em seguida vêm as questões específicas, de sua aplicação até a sua experiência. Informações gerais sobre a empresa e a função podem vir em seguida. No final, há um espaço para a realização de perguntas.
6) Ouça as perguntas
"Tem gente que quer responder mais do que é perguntado, usando a pergunta como ‘gancho’ para falar de coisa boas, mas ao fazer isso acaba desviando a atenção do entrevistador”, diz Sabino.
7) Mostre entusiasmo
Mesmo que haja reservas, mostre-se entusiasmado. Nas próximas etapas você poderá discutir os pontos que lhe desagradam. “Mas o melhor jeito de mostrar o entusiamo é com informações e fazendo as perguntas certas”, diz Sabino.
8) Coloque-se à disposição
“Não existe certo e errado, depois da entrevista porque muito vai depender da abertura que foi dada pelo headhunter”, diz Sabino. Mas uma coisa é certa. É educado e promissor agradecer a oportunidade e colocar-se à disposição.
Além de tudo isso, sempre procure um Feedback.
Caso tenha falhado, procure saber como você foi e o motivo de não ter sido escolhido. Cresça com as dificuldades.
Caso seja aprovado, procure ver se há algo a ser melhorado e quais seus pontos fortes. Maximize-os.
segunda-feira, 29 de julho de 2013
On 18:44 by Prisma No comments
Fonte: Exame
Derrotas e fracassos ensinam, e muito. Ser preterido na seleção de um programa de trainee é frustrante, mas pode trazer bons ensinamentos que o jovem profissional pode aproveitar durante toda a sua trajetória de carreira.
Confira as 6 principais lições que, via de regra, os candidatos tiram das reprovações nos concorridíssimos processos seletivos para trainees das empresas:
“A primeira lição é aprender a se autoavaliar”, diz Luis Abdalla, presidente da Seja Trainee. De acordo com ele, a reprovação provoca essa avaliação no sentido de refletir se a atuação durante o processo foi condizente com o que ele tem a oferecer para as empresas.
Nesta etapa, o jovem também passa a se conhecer mais porque começa a perceber qual o seu estilo de atuação profissional. “A pergunta mais frequente entre os interessados em uma vaga de trainee é qual o perfil dos aprovados, quando na verdade existem muitos candidatos que sequer conhecem o seu próprio perfil”, diz Abdalla.
A decepção decorrente da reprovação pode ser positiva para aqueles jovens que aproveitarem o momento para pensar nas escolhas de carreira. Na ânsia de conquistar uma vaga, muitos se inscrevem em processos de empresas que não fariam tanto sentido assim para a vida profissional deles. “Esse amadurecimento é em relação às escolhas feitas. A reprovação estimula o candidato a trainee a refletir se o tempo investido naquele processo valeu a pena ou não”, diz Abdalla.
Investigar as motivações que o levaram a disputar uma vaga é um comportamento essencial para descobrir o que o jovem quer em termos de carreira profissional. Vale tentar de novo no ano que vem? Esta é realmente a sua empresa dos sonhos para trabalhar?
“Ás vezes ele escolhe a empresa pelo que a marca representa no mercado”, diz ele lembrando que é preferível que a escolha seja ancorada no planejamento de carreira.
Pensar nas escolhas resulta em outro aprendizado essencial para quem deseja ser trainee: menos é mais. Ou seja, quanto mais foco nos processos certos, aqueles realizados pelas empresas para as quais o jovem realmente quer trabalhar, maiores são as chances de aprovação.
“É comum que no primeiro ano, o jovem se inscreva em 20 ou até 30 processos, aí já mais maduro, no segundo ano de tentativa ele se inscreve em 4 ou 5, dos quais ele realmente quer participar e acaba sendo aprovado porque está mais focado e sabem mostrar porque está ali”, lembra Abdalla.
Participar de uma seleção para trainee é uma oportunidade para descobrir a cultura organizacional da empresa. “Ele vai entender a cultura, conhecer o corpo executivo e os demais profissionais, ter contato com o segmento de atuação”, lembra Abdalla. Ambiente competitivo ou colaborativo, estilo de gestão, flexível ou rígido, e o peso da hierarquia na estrutura organizacional são alguns dos muitos aspectos que ficam mais claros para o candidato.
“O jovem começa a pesquisar a empresa e vai descobrindo se ela está coerente com o que ele quer”, diz Andressa Rotondaro, consultora da Seja Trainee.
Se o processo seletivo é Natura, repetir a palavra sustentabilidade como um mantra não vai resolver nada em termos de aprovação. Comportamentos e atitudes estereotipados não funcionam, de acordo com Andressa. “É muito mais importante demonstrar o seu melhor, valorizando pontos fortes”, diz a consultora.
“Ás vezes vemos vídeos e percebemos estes estereótipos. Por exemplo, dizer que adora inovação e que tem post-its pela casa inteira só porque está participando de um processo seletivo de trainee na 3M”, diz Abdalla.
sexta-feira, 26 de julho de 2013
On 16:17 by Prisma No comments
O que é?
Um Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica, ou EVTE, é um estudo conduzido por um profissional da área que busca ver as condições de implementação ou não de uma atividade comercial. São considerados um grande número de fatores até se dar o resultado final do estudo, assim, é uma atividade que costuma durar um certo tempo.
Como é feito?
Através de consultas mercadológicas, a fim de se saber como anda a demanda e quais os compradores do produto. Além disso, uma busca por equipamentos é feita, visando mostrar qual o gasto que se terá com estes bem como onde comprar. Com isso, busca-se calcular quanto de área será necessária para a implementação da planta, assim, mostrando quanto deve ser feito de investimento inicial. Ao fim disso tudo, traça-se uma previsão de lucro com a venda do produto e em quanto tempo o investimento inicial será reavido. Deste modo, tem-se um parâmetro para investir na área ou não.
Por que deve ser feito?
Todo grande investimento deve ser muito bem pensado, afinal, investir em algo sem futuro é nada mais que uma perda de capital e, no cenário econômico atual, perdas de capital não são algo desejável. Assim, um EVTE é a saída para se ter a certeza de que um investimento em uma determinada área pode trazer lucros e quais investimentos iniciais devem ser feitos. Assim, corre-se menos riscos de perder o capital investido e/ou não trazer os resultados esperados.
Com quem deve ser feito?

Profissionais da área a qual se quer investir, sempre. Não aceite que um profissional de outra área execute tal atividade. Caso isso aconteça, o estudo pode ser mal conduzido e seu investimento pode acabar indo pro ralo. Assim, se precisar de um Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica na área Industrial, seja micro, pequena ou média indústria, fale conosco!
Um Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica, ou EVTE, é um estudo conduzido por um profissional da área que busca ver as condições de implementação ou não de uma atividade comercial. São considerados um grande número de fatores até se dar o resultado final do estudo, assim, é uma atividade que costuma durar um certo tempo.
Como é feito?
Através de consultas mercadológicas, a fim de se saber como anda a demanda e quais os compradores do produto. Além disso, uma busca por equipamentos é feita, visando mostrar qual o gasto que se terá com estes bem como onde comprar. Com isso, busca-se calcular quanto de área será necessária para a implementação da planta, assim, mostrando quanto deve ser feito de investimento inicial. Ao fim disso tudo, traça-se uma previsão de lucro com a venda do produto e em quanto tempo o investimento inicial será reavido. Deste modo, tem-se um parâmetro para investir na área ou não.
Por que deve ser feito?
Todo grande investimento deve ser muito bem pensado, afinal, investir em algo sem futuro é nada mais que uma perda de capital e, no cenário econômico atual, perdas de capital não são algo desejável. Assim, um EVTE é a saída para se ter a certeza de que um investimento em uma determinada área pode trazer lucros e quais investimentos iniciais devem ser feitos. Assim, corre-se menos riscos de perder o capital investido e/ou não trazer os resultados esperados.
Com quem deve ser feito?
Profissionais da área a qual se quer investir, sempre. Não aceite que um profissional de outra área execute tal atividade. Caso isso aconteça, o estudo pode ser mal conduzido e seu investimento pode acabar indo pro ralo. Assim, se precisar de um Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica na área Industrial, seja micro, pequena ou média indústria, fale conosco!
sábado, 20 de julho de 2013
On 19:01 by Prisma No comments
O treinamento sobre Minimização de Efluentes e Integração Energética terminou hoje, às 19h. Após cerca de 10h de treinamento, passando por pontos diversos do tema proposto, toda a Prisma Jr. Consultoria celebrou o fim de mais uma capacitação oferecida para seus membros.
"É sempre excelente dar aula pra quem quer aprender, vendo uma empresa tão voltada a isso, me dá vontade de ensinar muito mais que o Bê-A-Bá. Está sendo excelente do meu ponto de vista de professor ensinar para vocês, é tanto, que eu decidi alongar esse tempo de treinamento em três horas a mais!" comentou o Prof. Dr. Fernando Pellegrini ao fim do treinamento.
"Estou gostando muito, é um assunto bem simples que mesmo eu, sendo calouro, estou conseguindo aprender e utilizar tanto aqui na Prisma Jr. como no futuro, como Engenheiro Químico. Foi um treinamento de grande utilidade." expôs Tarcísio, atual Trainee da empresa.
"A experiência com certeza foi única, um treinamento que superou expectativas, um instrutor muito agradável e uma Prisma Jr. muito envolvida. Enfim, vejo um futuro muito interessante com o que aprendemos." pontuou Paula Amorim, atual Diretora Presidente da Prisma Jr.
Assim, com tais depoimentos, pode-se perceber o tamanho do sucesso que atingimos em tal capacitação. Sejam membros ou expositor, todas as partes envolvidas tiveram bons momentos de aprendizado, seja para a graduação, seja para a profissão, seja pessoalmente.
Com o fim deste, toda a empresa fica na expectativa para o próximo treinamento.
quinta-feira, 18 de julho de 2013
On 09:45 by Prisma No comments
Os atuais membros da Prima Jr. Consultoria receberão, nos dias 18, 19 e 20 de Julho, um treinamento essencial e especial. Este será ministrado por Fernando Luiz Pellegrini Pessoa, atualmente professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, doutor em Engenharia Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e Universidade de Lyngby (Dinamarca), pós-doutor duplamente na University of London e mais recentemente no Instituto Superior Técnico da UTL (Portugal).
O mesmo virá a Salvador apenas para o treinamento cujo tema é Minimização de Efluentes e Integração Energética, um tema obrigatório para qualquer Engenheiro formado nesta década. Toda sua visita será acompanhada por membros da Prisma Jr. Consultoria e custeada pela mesma.
Afinal, membros mais capacitados implicam em projetos mais bem realizados.
O mesmo virá a Salvador apenas para o treinamento cujo tema é Minimização de Efluentes e Integração Energética, um tema obrigatório para qualquer Engenheiro formado nesta década. Toda sua visita será acompanhada por membros da Prisma Jr. Consultoria e custeada pela mesma.
Afinal, membros mais capacitados implicam em projetos mais bem realizados.
domingo, 14 de julho de 2013
On 19:08 by Prisma No comments
O Brasil liderará o aumento da produção de petróleo em 2014 entre os países de fora da Organização dos países Exportadores de Petróleo (OPEP). A previsão foi divulgada nesta quinta-feira, 11, pela Agência Internacional de Petróleo (AIE). Ao todo, os projetos que devem ser inaugurados até o fim do próximo ano devem adicionar capacidade de extração total de até 620 mil barris/dia ao país.
Em levantamento mensal sobre o mercado de petróleo, a AIE fez um estudo sobre as perspectiva de aumento da produção até o fim de 2014. No levantamento, a entidade destaca o aumento da extração de petróleo nos Estados Unidos em 2013 e prevê "uma forte contribuição do Brasil em 2014 após um desempenho modesto em 2013".
A AIE destacou os projetos que começarão a produzir entre o terceiro trimestre de 2013 e novembro de 2014: Sapinhoá (com capacidade de produção de 150 mil barris), Roncador (180 mil barris), Papa Terra (140 mil barris) e Cernambi (150 mil barris). A capacidade total prevista é de 620 mil barris por dia, a ser atingida em alguns anos. Por isso, o impacto na produção do Brasil será gradual.
Pelos cálculos atualizados da AIE, o Brasil deve terminar o ano de 2013 com produção média de 2,17 milhões de barris de petróleo por dia, pouco a mais que a média de 2,16 milhões de barris observada no ano passado. Para 2014, a média cresce de maneira mais visível e deve atingir 2,38 milhões de barris por dia. Ou seja, devem ser adicionados 210 mil barris por dia até o fim de 2014.
Ainda segundo a AIE, o Brasil produziu média de 2,13 milhões de barris por dia em junho de 2013 e de 2,09 milhões de barris diários em maio.
Fonte: Exame.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
On 00:03 by Prisma No comments
CURSO DE EXCEL BÁSICO - INTERMEDIÁRIO
A Prisma Jr. Consultoria anuncia mais uma edição do curso de Excel Básico - Intermediário, que ocorrerá nos dias 22, 24, 26, 29 e 31 de julho, das 19 h às 21 h, e contará com Daniel Santana como instrutor.
O investimento será de R$ 45,00 sem notebook, e R$ 45,00 para quem levar o notebook com o Microsoft Excel, a partir da versão 2007.
As inscrições podem ser realizadas na sede da Prisma Jr. Consultoria - sala 6.01.19 da Escola Politécnica da UFBA - que permanece em funcionamento de segunda a sexta, das 8 h às 12 h, e das 14 h às 18 h.
Dúvidas podem ser esclarecidas através do e-mail cursosprismajr@gmail.com, ou pelo telefone (71) 3283-9889.
As vagas são limitadas! Aproveite!
quarta-feira, 22 de maio de 2013
On 14:20 by Prisma No comments
Estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo 2013.1 da Prisma Jr. Consultoria.
Confira o nosso Edital de Inscrições.
As inscrições podem ser feitas na sede da Prisma Jr. - Sala 6.01.19 da Escola Politécnica da UFBA - que permanece em funcionamento de segunda a sexta, das 8 h às 12 h, e das 14 h às 18 h.
Para saber informações básicas a respeito do que é, como funciona uma Empresa Júnior, e como participar do Processo Seletivo, acesse a nossa Cartilha do Candidato.
Outras dúvidas podem ser tiradas pessoalmente com um de nossos membros na sede da Prisma Jr., pelo telefone (71) 3283 9889, ou pela nossa Página do Facebook.
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terça-feira, 30 de abril de 2013
On 21:39 by Prisma No comments
Por: Gabriela Santos, representante do Beta EQ no Rio de Janeiro (EDITADO)
Pessoas entram na universidade atribuindo bastante credibilidade ao modelo curricular proposto pelo curso e isso é, na maioria das vezes, decepcionante quando elas se formam e deparam-se com a formação exigida pelo mercado de trabalho. O conhecimento técnico requerido por este é o que torna as engenharias profissões com tanto mérito, mas a questão é que, observando as necessidades produtivas de cada região, as universidades modelam a grade curricular de maneira a formar profissionais qualificados em uma área, mas desqualificados em outras, esquecendo-se que há práticas técnicas ditas como “básicas” que são necessárias para qualquer estudante de engenharia.

Daí há os que apostam na pós-graduação. Mas despender anos para ter acesso a esse tipo de conhecimento é uma conveniência que não atende a todos, especialmente àqueles que pretendem ou necessitam se inserir rápido (mas bem preparados) no mercado de trabalho. Nesse momento, a “eureka” de muitos alunos é iniciar um curso técnico. Conheço graduandos em Engenharia Química que optaram por fazer também Curso Técnico em Química para complementar sua graduação, alegando "ter mais conhecimento prático, já que na faculdade aprendemos mais a parte teórica". Apesar de isso ser verdade, alguns dos mesmos alunos admitiram que o curso técnico demanda muito de seu tempo, o que prejudica a rotina de estudos e, assim, compromete o desempenho na faculdade. Por isso, a solução está em pactuar a graduação com uma capacitação específica montada pelo próprio aluno, atendendo às necessidades que ele julga ter dentro do mercado atual.
Por exemplo, observando a grade curricular de inúmeros cursos de engenharia química do país, percebe-se que são poucas as universidades que oferecem, como parte do curso, disciplinas que preparam o aluno para saber bem sobre linguagem de programação, gráfica computacional... Mas ter conhecimento sobre pacotes de softwares para aplicações gráficas será, uma hora ou outra, um dever para o engenheiro químico que quer adequar seu currículo à área de projetos. Mas não se desespere. Para os que não sabem, há cursos de preparação online para os engenheiros que querem aprender a programar. O Code é uma fundação sem fins lucrativos que visa espalhar o domínio acerca da programação de computadores. Para saber mais sobre esse projeto e começar o seu curso, clique aqui. Para quem preferir uma versão em português, basta clicar aqui.
Aos que buscam conhecimentos em AutoCAD, o Autodesk disponibiliza para download a maioria das versões desse software e outros para alunos de nível superior, bastando se cadastrar no site para adquiri-los. Ademais, o website disponibiliza aulas que inserem o aluno no aprendizado desses softwares, além de algumas especializações para os que já têm conhecimento na área.
Em suma, restringir-se ao plano acadêmico que lhe é oferecido pode ser uma acomodação que será prejudicial no seu futuro. Por isso, o importante é você ir além! Entretanto, mais importante do que tentar aliar várias formações simultaneamente (a do curso técnico com a graduação) é extrair ao máximo o conhecimento que cada uma delas tem a lhe oferecer, seja apenas com o curso técnico ou apenas com a graduação. E mais: "tenha prazer em se diferenciar dos demais, como se fosse um pecado ser igual", buscando sempre ser um diferencial em meio à competitividade que fomenta o mercado de trabalho atual. Assim você verá que ser bem qualificado só depende de você.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
On 23:40 by Prisma No comments
5 anos estudando, procurando se encontrar em meio a tantas oportunidades oferecidas durante a graduação e, como uma luz, AQUELA área é a que mais te chama atenção. Para os outros pode parecer que é um caminho chato a seguir, porém se é o que você se enxerga exercendo durante grande parte da sua vida, para não dizer durante toda a sua vida profissional, deve investir.
É quase inevitável que no momento que você escolhe o curso para graduar-se logo em mente vem o pensamento que não é necessário apenas a graduação para conseguir ótimos empregos em determinadas áreas, é necessária também uma especialização aprofundada, pois as empresas querem pessoas que FAÇAM a diferença dentro dela, buscando melhores métodos de aproveitamento da matéria-prima e aprimoramento do produto final. Para isso ao longo do curso, são oferecidas diferentes palestras dentro da universidade mostrando os diferentes caminhos que um engenheiro possa seguir após “sobreviver” aos 5 anos.
Faz-se necessário cursar algumas matérias chamadas de eletivas, com isso podem-se conhecer diferentes áreas, seja de controle de processos, área petroquímica, materiais, enfim o leque de oportunidades vai se abrindo aos poucos e consequentemente você acaba por optar pelo o que mais lhe atrai. Dentro deste contexto, é importante levar em consideração qual seria o seu objetivo principal ao atingir o patamar de Engenheiro Químico dentro de uma empresa.
Acredito que, assim como em minha universidade, em todas são oferecidos diferentes minicursos, visitas técnicas, palestras abordando diversos assuntos, e é muito importante a participação nestes eventos para que maior seja o conhecimento das diferentes áreas de atuação e posterior especialização.
Os MINICURSOS são importantes pois é possível aprender aquele conteúdo de maneira mais dinâmica e flexível, ou seja, é tão importante quanto uma palestra, e dependendo do assunto é possível a realização de uma atividade prática envolvendo o mesmo. Como por exemplo, em um mini-curso de Biodiesel que participe, após aprender tudo sobre o mesmo em seguida foi demonstrada como é a produção em pequena escala, só para ser possível visualizarmos tudo que nos foi dito, e digo que foi uma experiência muito boa e produtiva.
As VISITAS TÉCNICAS permitem a nós, futuros engenheiro químicos, a experiência de como é um chão de fábrica. Como vai ser depois que eu me formar? O que vou fazer? Então, acredito que dentre as citadas acima, a que tem certa relevância são as visitas, pois é um ambiente acessível a tudo aquilo que nos é ensinado dentro de sala de aula e assim é possível “descobrir” se é aquilo que você quer dali pra frente.
Por último, mas não menos importante, são as PALESTRAS que tem uma influência durante a nossa formação também. Diferentes temas são abordados e com isso vai adquirindo-se conhecimentos para que seja possível escolher dentre as opções, a melhor para você.
Então percebe-se que os 5 anos de graduação não servem apenas para chegar na sala de aula, aprender o conteúdo que lhe foi dado naquele dia, voltar para casa e seguir a rotina. Vai muito além do que isso. É necessária a participação em eventos oferecidos na própria universidade para que assim busque os caminhos que sua vida profissional irá trilhar. Por isso não deixem oportunidades passarem pelas suas mãos sem antes aproveitá-las ao máximo para, assim como eu estou tentando, buscar mostrar ao mundo o MELHOR profissional que há dentro de você."
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