sexta-feira, 22 de outubro de 2010
On 15:12 by Prisma No comments
Paula Rothman, de INFO Online
SÃO PAULO - Empresa de design cria nova maneira de captar energia eólica: hastes que balançam ao vento e produzem a mesma quantidade de eletricidade das tradicionais turbinas.
A grande vantagem das Windstalks, no entanto, é que elas são silenciosas e ocupam menos espaço.
Além disso, por não possuírem pás, elas não oferecem risco a pássaros ou outros animais que possam voar.O projeto constitui de 1203 “hastes” de fibra de carbono, reforçadas com resina; elas possuem 0,3 metros de largura, 54 metros de altura e estão fixadas em bases de concreto com diâmetros entre 10 e 20 metros.
O projeto é de uma empresa de Nova York chamada Atelier DNA e foi feito para a cidade planejada de Masdar, uma região construída próxima a Abu Dhabi. As Windstaçks ficaram em segundo lugar no concurso Land Art Generator, uma competição patrocinada por Madsar para identificar a melhor obra de arte que gerasse energia renovável.
Cada haste contém camadas de eletrodos e discos de cerâmica alternados, feitos de materiais piezelétricos (que geram correntes quando colocados sob pressão). No caso das hastes, os discos irão ser comprimidos quando elas forem balançadas ao vento.
A espessura da haste no topo é de apenas 2,5 cm e, lá em cima, fica presa uma lâmpada de LED que fica acesa quando venta. Há ainda um sistema de armazenamento de energia, uma bateria, para os momentos em que o vento for pouco.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
On 12:16 by Prisma No comments
A rota do sucesso aponta para a Bahia em 2010!
Para 2010 a Multi Feiras & Congressos realizará a Brasil Petróleo e Gás, em Salvador, trazendo as novidades tecnológicas do setor no Brasil e no mundo.
Será realizada de 09 a 12 de Novembro no Centro de Convenções da Bahia, dando segmento ao sucesso ocorrido em 2008, onde houve a fusão da Feippetro, passando para Brasil, Petróleo e Gás. – Feira Multi-setorial de Fornecedores de Petróleo, Gás, Biodiesel, Mineração, Siderurgia, Plástico, Usinagem e Serviços Portuários com logística de fornecimento.
A feira já conta com seu quadro fixo de Seminários, destacando-se com o Encontro de Compradores que já se tornou marca registrada durante a feira, palestras técnicas de manutenção e aplicações no segmento referente à indústria.
Ficha Técnica:
Número de stands: 300
Visitantes: 10.000
Período: de 09 a 12 de Novembro de 2010
Local do Evento: Centro de Convenções da Bahia
Público visitante: Potenciais compradores, potenciais engenheiros, potenciais técnicos, empresários, profissionais liberais, consultores, entidades de classes empresariais, entidades do terceiro setor, entidades governamentais, entre outras.
OBS: Trata-se de uma feira com entrada franca obviamente com campanhas voltadas para este público com o propósito para geração de negócios. Cabe a cada empresa avaliar os atendimentos visitados e deles tirar proveitos comerciais que é o seu foco.
Para mais informações visite:

On 12:00 by Prisma 1 comment
Por: Paula Rothman, de INFO Online
A parceria permitirá o desenvolvimento de ações em conjunto para a coleta dos chamados Óleos e Gorduras Residuais (OGR), especialmente o óleo de fritura de restaurantes, hotéis, padarias, lanchonetes, bares e residências de Fortaleza e região metropolitana.
SÃO PAULO - A Petrobras Biocombustível anunciou no dia 24 de setembro uma parceria para produzir biodiesel a partir de óleo de cozinha.
O acordo com a Rede de Catadores de Resíduos Sólidos Recicláveis do Estado do Ceará foi assinado no dia referido pela manhã em Fortaleza.
Segundo um levantamento feito pelo Grupo de Estudo e Pesquisa em Infraestrutura de Transporte e Logística de Energia, da Universidade Federal do Ceará, 52 milhões de litros de óleo de cozinha são despejados nos esgotos todo ano.
Inicialmente, serão sete associações e 250 pessoas envolvidas na implantação de um módulo de beneficiamento com capacidade para filtrar 30 mil litros/mês do óleo de fritura coletado. Também será dada a garantia de compra deste óleo, com acompanhamento para gerir a entidade e treinamento para a coleta do OGR.
A parceria também prevê a elaboração de material de divulgação, apoio e assessoria jurídica e inclui outras entidades, como Sebrae, Semam (Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Fortaleza), Coelce (Companhia de Energia Elétrica do Ceará), Cagece (Companhia de Água e Esgoto do Ceará) e Universidade Federal do Ceará.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
On 23:29 by Prisma No comments
Recentemente, o site da Associação Brasileira de Engenharia Química (ABEQ), divulgou uma matéria a respeito de argilas organofílicas que podem ser utilizadas como preenchimento na fabricação de plástico. É um material de leitura bastante interessante. Segue abaixo o artigo:
Nanotecnologia nos plásticos
Um grupo de cientistas validou teórica e experimentalmente a primeira argila organofílica para uso como preenchimento na fabricação de plásticos. O material, de baixo custo e que pode ser produzido em larga escala, é feito de argila natural, o que o torna mais seguro e mais ambientalmente correto do que os compostos químicos hoje utilizados na fabricação de compósitos plásticos de alto desempenho.
Miriam Rafailovich e seus colegas da Universidade Stony Brook, nos Estados Unidos, explicam que as argilas organofílicas tratadas com amina quaternária foram as nanopartículas pioneiras na área, que marcaram a introdução da nanotecnologia na fabricação de plásticos.
Mesmo pequenas quantidades dessas substâncias tornam os plásticos resistentes ao fogo, mais fortes e mais resistente a danos causados pela luz ultravioleta e por substâncias químicas.
Elas também permitiram que os plásticos fossem misturados, criando materiais híbridos até então desconhecidos, a partir de plásticos comuns.
Mas lidar com essas nanopartículas está longe de ser algo simples ou limpo. As nanopartículas organofílicas de aminas quaternárias são difíceis de produzir por causa dos riscos sanitários e ambientais associados com as aminas quaternárias. E elas só podem ser produzidas em pequenos lotes.
Estes e outros inconvenientes, incluindo o custo muito alto, restringiu o uso desses materiais e limitou a maioria das maravilhas tecnológicas que elas geram a meras curiosidades científicas.
Argilas organofílicas - A nova argila organofílica nanoestruturada agora testada dispensa as problemáticas aminas, substituindo-as por um composto antichama chamado fosfato de difenila resorcinol.
Esses organofílicos são baratos, geram menos poeira, podem ser produzidos em larga escala e são termoestáveis até temperaturas muito mais altas (acima dos 600 graus).
A argila também se mostrou superior nas aplicações dos plásticos antichama. E, ao contrário da maioria das argilas organofílicas à base de aminas quaternárias, a nova nanoargila funciona bem com os estirenos, um dos tipos de plástico mais usados em todo o mundo.
O novo material já foi patenteado, e a expectativa é que ele possa resultar em uma nova geração de nanocompósitos plásticos a curto prazo.
Bibliografia:
The Role of Surface Interactions in the Synergizing Polymer /Clay Flame Retardant Properties
Seongchan Pack, Takashi Kashiwagi, Changhong Cao, Chad S. Korach, Menachem Lewin, Miriam H. Rafailovich
Macromolecules
Vol.: 2010, 43 (12), pp 5338-5351
DOI: 10.1021/ma100669g
(Site Inovação Tecnológica)
Nanotecnologia nos plásticos
Um grupo de cientistas validou teórica e experimentalmente a primeira argila organofílica para uso como preenchimento na fabricação de plásticos. O material, de baixo custo e que pode ser produzido em larga escala, é feito de argila natural, o que o torna mais seguro e mais ambientalmente correto do que os compostos químicos hoje utilizados na fabricação de compósitos plásticos de alto desempenho.
Miriam Rafailovich e seus colegas da Universidade Stony Brook, nos Estados Unidos, explicam que as argilas organofílicas tratadas com amina quaternária foram as nanopartículas pioneiras na área, que marcaram a introdução da nanotecnologia na fabricação de plásticos.
Mesmo pequenas quantidades dessas substâncias tornam os plásticos resistentes ao fogo, mais fortes e mais resistente a danos causados pela luz ultravioleta e por substâncias químicas.
Elas também permitiram que os plásticos fossem misturados, criando materiais híbridos até então desconhecidos, a partir de plásticos comuns.
Mas lidar com essas nanopartículas está longe de ser algo simples ou limpo. As nanopartículas organofílicas de aminas quaternárias são difíceis de produzir por causa dos riscos sanitários e ambientais associados com as aminas quaternárias. E elas só podem ser produzidas em pequenos lotes.
Estes e outros inconvenientes, incluindo o custo muito alto, restringiu o uso desses materiais e limitou a maioria das maravilhas tecnológicas que elas geram a meras curiosidades científicas.
Argilas organofílicas - A nova argila organofílica nanoestruturada agora testada dispensa as problemáticas aminas, substituindo-as por um composto antichama chamado fosfato de difenila resorcinol.
Esses organofílicos são baratos, geram menos poeira, podem ser produzidos em larga escala e são termoestáveis até temperaturas muito mais altas (acima dos 600 graus).
A argila também se mostrou superior nas aplicações dos plásticos antichama. E, ao contrário da maioria das argilas organofílicas à base de aminas quaternárias, a nova nanoargila funciona bem com os estirenos, um dos tipos de plástico mais usados em todo o mundo.
O novo material já foi patenteado, e a expectativa é que ele possa resultar em uma nova geração de nanocompósitos plásticos a curto prazo.
Bibliografia:
The Role of Surface Interactions in the Synergizing Polymer /Clay Flame Retardant Properties
Seongchan Pack, Takashi Kashiwagi, Changhong Cao, Chad S. Korach, Menachem Lewin, Miriam H. Rafailovich
Macromolecules
Vol.: 2010, 43 (12), pp 5338-5351
DOI: 10.1021/ma100669g
(Site Inovação Tecnológica)
domingo, 15 de agosto de 2010
On 15:18 by Prisma No comments
Caros estudantes, confiram uma entrevista com o engenheiro químico Emerson Sales que faz parte do movimento UFBA ECOLÓGICA que visa conscientizar as pessoas e por em prática ações ecológicas dentro da universidade. Vale a pena conferir!
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
On 08:42 by Prisma 1 comment
Recentemente o site da Associação brasileira de engenharia química (ABEQ) divulgou uma interessante matéria a respeito dos simuladores de processos químicos. Ela é bastante interessante. Segue abaixo o material para a leitura.
Simuladores de processos químicos: revelando a tecnologia nacional
Edson Cordeiro do Valle, MSc. VRTech Tecnologias Industriais, edsoncv@vrtech.com.br
Já se passaram algumas décadas desde que importantes projetos de simuladores de processos químicos, como AspenPlus, gPROMS e outros, deixaram suas universidades e se transformaram em produtos comerciais para atender a demanda da indústria mundial. Ninguém questiona os benefícios que os simuladores de processos trazem às empresas, desde a confiabilidade no projeto de equipamentos, passando pela segurança e otimização de condições operacionais, minimização de impactos ambientais entre outros.
Atualmente, podemos ver um movimento na direção do desenvolvimento nacional dessas ferramentas de simulação, aproveitando o potencial dos engenheiros brasileiros - que são entre os mais bem capacitados tecnicamente a nível mundial - e das universidades e centros de pesquisa brasileiros.
Entre os projetos acadêmicos que merecem destaque, encontra-se o projeto ALSOC, com o simulador EMSO, iniciado na UFRGS em 2005 e que conta com mais 2 universidades colaboradoras. Encontram-se também entre as ferramentas em destaque o DWSIM, que possui código livre aberto à comunidade de desenvolvedores interessados em promover as funcionalidades do mesmo.
Não só o meio acadêmico vem investindo em simuladores, empresas como a Petrobrás investem em suas próprias alternativas, como o simulador Petrox, desenvolvido pelo Centro de Pesquisa da Petrobrás. A empresa gaucha VRTech desenvolve, com tecnologia própria, uma ferramenta comercial para simulação de processos químicos, o ISE ( Integrated Simulation Environment ), visando uma fatia do mercado nacional de simuladores, com diferenciais inovadores.
Para a comunidade de engenheiros químicos que estão envolvidos com processo, nada melhor que alternativas nacionais, com custo diferenciado, para o desenvolvimento de tarefas envolvendo simulação, principalmente agora, onde o setor petroquímico nacional encontra-se em expansão, prevendo elevados investimentos na construção de poços e complexos petroquímicos.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
On 09:30 by Prisma No comments
Caros estudantes de engenharia química da universidade federal da Bahia, é com prazer que a Prisma Jr. Consultoria está aplicando uma pesquisa de imagem perante a instituição afim de ser avaliada por vocês, alunos da graduação. Esta pesquisa consta de um questionário rápido e prático que vocês poderão responder on-line. Desde já a Prisma Jr. Consultoria agradece a atenção e a compreensão de todos.
Clique no link abaixo e responda o questionário.
https://spreadsheets.google.com/viewform?formkey=dEF5RThlVlNUbkIxSDFVek5JUUpCU3c6MQ
terça-feira, 8 de junho de 2010
On 11:07 by Prisma 3 comments
Atenção! A Prisma Jr. Consultoria está participando, em conjunto com outras EJ's, de uma campanha de doação de alimentos e utensílios para a Instituição Ajuda Social a criança. É uma iniciativa da ENGETOP que a Prisma aceitou participar. Para doar alimentos, roupas ou brinquedos, basta comparecer em algumas das EJ's que são sedes de doação.
Faça parte desta campanha e ajude aos que precisam!
Para entrar em contato conosco:
Tel.: 3283-9889
E-mail: ramonprismajr@yahoo.com.br
viniciuslprismajr@yahoo.com.br
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